Da Redação
Daniel Simurro
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Notícias récem chegadas de Salvador dão como praticamente selada a aliança entre o PMDB de Geddel Vieira Lima e o DEM de Paulo Souto, numa costura feita, a princípio pelo PPS.
Realmente a política começa a esquentar e as alianças começam a entrar em fase final de negociação.
A possível aliança entre DEM e PMDB, que traria consigo a tira colo, o PR de César Borges e o PSDB de Imbassahy, realmente começa a sair do plano do abstrato e ir para o terreno do concreto.
Catalisado pela pressão do presidente Lula sem resultados de um retorno ao PT, o ministro Geddel Vieira Lima, convicto de alçar um vôo solitário rumo ao Palácio de Ondina, começou a articular fortemente possíveis alianças e nunca teria descartado uma aproximação com Paulo Souto, que por outro lado estaria com dificuldades financeiras para lançar sua candidatura.
Somados a falta de articulação do PT em trazer o badalado senador César Borges e, consequentemente, o PR, a aliança, segundo fontes da equipe de jornalismo online do AcheiBrumado em Salvador, está prestes a ser selada, “hoje teria ficado tudo certo e a campanha vai ser muito disputada, pois a junção de forças entre o PMDB, DEM, PSDB, PR e PPS, promete um embate muito parelho”.
Realmente, pelo andar da carruagem, é o que deverá acontecer, e a política da Bahia, que para muitos seria decidida logo no primeiro turno, com uma vitória estrondosa do governador Jaques Wagner, vai “pegar fogo” e a disputa será intensa.
Hoje, oficialmente, o PR disse que até o dia 20 define a sua posição o que dá margens as conjecturas que dentro dos próximos dias a pré-campanha da chapa encabeçada por Geddel Vieira Lima para governador; Antonio Imbassay para vice-governador; e César Borges e Paulo Souto para o senado deverá ganhar a mídia.
Realmente é uma chapa muito forte e deverá dar muito trabalho para o PT do governador Wagner que agora terá que mostrar todo o seu potencial e convencer os baianos que é a continuidade de seu governo é a melhor opção para a Bahia.
A bancada federal do PR pretende definir até o próximo dia 20, conjuntamente com o senador César Borges, presidente estadual da legenda, a posição do partido com relação à sucessão estadual.
Jucá admite, no entanto, que não haverá acordo na Bahia, onde Jaques Wagner (PT) quer tentar um segundo mandato enquanto o ministro Geddel Vieira cobiça o mesmo posto.
Ninguém cedeu e os dois devem sair candidatos.